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Destino Salar do Uyuni Bolivia

Por: Pisteiros

Moderador: Rotaway

Material produzido por Evandro Dalben

Prezados amigos, em Novembro de 2010 fizemos um roteiro diferenciado incluindo 3 trechos de offroad dos bons ...

O melhor com certeza foram os aproximados 700km de offroad pelo deserto de sal do Uyuni na bolivia.


Segue um resumo em video do primeiro capitulo dessa aventura:
http://www.pisteiros.com.br/page/filme-expedicao-azul-e-branco


Caso tenham interesse temos esse roteiro inteiro pronto e mapeado, alem de um filme divertido onde retratamos a viagem dia a dia ...


http://www.pisteiros.com.br/profiles/blogs/expedicao-peru-bolivia-chile-235

Todos detalhes no link abaixo:
www.motokambada.com.br

Evandro Dalben

COMENTÁRIOS

Por: Evandro Dalben Pisteiros

Registrado em: 30/10/2011


Resende, o seu amigo João Maria estava pretendendo passar o Salar do Uyuni de Triciclo ?

Quem pede nota fiscal na Bolivia de combustivel ?

Achei muito engraçado o "Causo" contado e preocupação com essa sobretaxa de combustivel, não vimos nada disso quando passamos por lá, estavamos em 3 motos e uma camionete de apoio.

Unica situação que passamos foi a constante parada de policiais pedindo "contribuicion" normal no pais e relatado por diversos outros sites, já sabiamos disso, pagavamos pois era ridiculo de barato e não compensava o tempo perdido parado ... no mais era rodar e rodar muitas vezes sem encontrar ninguem pelas estradas pouco movimentadas da bolivia.

Rs... nunca tinha ouvido relato de sobretaxa na bolivia ... e sim sobre as contribuições solicitadas por policiais muito comum ... existe uma boa tática que utilizei algumas vezes .... ao ser parado já deixava um envelope com a tal contribuição e dizia que era um regalo solicitado pelo ultimo "Policia" que havia me parado e informado desse proximo ponto de controle . .rs... eles ficavam bem felizes e nem pedia habilitação ou documentos ... liberava na hora ..

Dalben

Por: Marcelo Resende

Registrado em: 24/10/2011

PessoALL.
em viagens pela Bolívia, é sempre importante ficar atento às constantes "movimentações" que ocorrem por lá.
Veja abaixo um relato sobre sérias dificuldades de abastecimento que o nosso amigo João Maia teve na sua mais recente viagem (Outubro/2011) por lá.
Segue a íntegra do e-mail:

"Como alguns numeros do meu resumo da viagem ainda não estão fechando, vou passar o trecho da Bolivia e pedir que divulguem ao máximo essas informações.
Chegamos em Copacabana na manhã de 19/09/2011 e nos hospedamos no Hostal Leyenda, às margens do Titicaca.
Conhecemos um casal de argentinos que nos deram péssimas noticias do Altiplano em relação a combustível: os postos cobravam tres vezes o preço normal para abastecerem veículos extrangeiros ou simplesmente se recusavam em abastecer.
Ele estava seguindo para o Equador e teve de comprar tambores para reabastecer o carro dele.
Como não havíamos conseguido a Carta Verde em tempo, programamos descer e subir o Altiplano indo por Oruro e retornando por Santa Cruz. Foi outra fria para nós mas decidimos só tomarmos uma decisão de mudança de rumo próximo a Oruro.
Passamos dois belos dias em Copacabana e, ao sair, abastecemos por tres vezes o preço (nos deram a nota fiscal).
Seguimos viagem até La Paz e conversamos com o pessoal do hotel onde ficamos e de uma agencia de turismo que afirmavam, veementemente, que isso não existia.
Para tirarmos a duvida, passamos, a pé, em dois postos que afirmaram não cobrarem taxa.
Nessa agencia, pedimos informações sobre Coroico. Eles nos passaram a seguinte informação: a estrada velha estava restrita às agencias de turismo que levam ciclistas para fazerem a rota. Um ainda nos sugeriu de ir na marra e se a policia pegasse, um pouco de “conversa” resolveria a situação.
Já estavamos dispostos a seguir quando nos lembramos que a estrada, quase toda, tem a largura do triciclo. Se nós batêssemos num ciclista mais ousado e ele despencasse...
Resolvemos ir embora para o Altiplano.
Ao sairmos de La Paz, fomos abastecer em um desses postos e fomos surprendidos com a “taxa para extrangeiros” mesmo reclamando que tinha estado alí no dia anteror, etc.
Não nos deram nota fiscal. Recusaran-se.
Ao sairmos do posto, encontramos um austriaco, de BMW, que afirmou ter passado sufoco com abastecimento na Bolívia e estava seguindo para o Peru. Não deu para falar muito com ele pois o transito estava péssimo.
Paramos na entrada para Oruro e decidimos não entrar e seguimos para Cochabamba.
Abastecemos em Caracollo, sem cobrança adcional (!!!) e seguimos em frente onde pegamos uma tempestade de chuva seguindo de uma nevasca ainda a 3.800 manm. O tri não aguentou e parou. Dormimos num paiol de um aldeião.
Na manhã seguinte, conseguimos descer em direção a Cochabamba com o motor falhando até os 2.000 manm quando passou a funcionar sem problemas.
Na entrada de Cochabamba houve a primeira recusa de abastecimento. Seguimos mais em frente e abastecemos com “sobretaxa” e sem nota.
Tomamos a decisão de catar posto a cada 200 km e, em Villa Tunari havia uma fila enorme para abastecer no único posto da cidade (foi o unico local a vermos fila de abastecimento).
Abastecemos numa casa e seguimos viagem.
Dormimos em Montero e seguimos para Santa Cruz, no dia seguinte. Passamos a manhã toda tentando encontrar a saida para Cotoca.
Tentamos abastecer em um posto que nos recusou e, no seguinte, abastecemos com sobretaxa. Por sorte, esse posto era a entrada para Cotoca.
De Cotoca para frente se pega a estrada nova para Corumbá. Muito boa e bem feita mas totalmente desassistida.
Tem um desvio de quase 80 km em péssimas condições entre Pozo del Tigre e San José de Chiquitos.
Só tem um posto na margem da estrada em San José de Chiquitos.
Nenhuma cidade ou vila pode ser vista da estrada. Totalmente deserta!
Paramos para abastecer nesse dito posto. Vou tentar reproduzir os diálogos traduzidos na minha maneira de interpretá-los:
- Encha, por favor (eu).
-Tem que pedir autorização ao exército (bombeiro).
Parecia uma turma de escoteiros! Era um bando de meninos em volta dum computador vestidos com uma farda verde.
-Sargento, preciso abastecer meu triciclo para retornar ao Brasil (eu). Puts, e se o cara não é sargento? Pensei.
- Tem autorização do governo para abastecer?
-Tenho. E mostrei o documento que recebí na fronteira.
-Essa é a autorização para trafegar pela Bolivia com seu veículo.
-Se tenho autorização para trafegar com meu veículo, subtende-se que tenho autorização para abastecer!
Depois de muita conversa, o “sargento” mandou que o bombeiro abastecesse com a própria autorização ja que ele tinha veículo. O pau quebrou no menor.
Saimos dalí de tanque cheio e sem sobretaxa.
Mais na frente, pegamos um Rally que nos atrasou por mais de duas horas.
Como nos informaram que as aduanas funcionavam 24 h, nos mandamos para la.
Abastecemos em El Carmen, numa casa da cidade e chegamos em Puerto Quijaro às 21 h.
Acreditem! as aduanas estavam fechadas. Seguindo o conselho de um cambista, atravessamos a fronteira, sem peoblemas, nos hospedamos em Corumbá.
No dia seguinte, passamos a fronteira de volta, sem sermos parados, demos saida da Bolívia e entrada no Brasil. ACREDITEM SE QUISEREM.
Abs"
João Maia - Natal-RN
jmaia@supercabo.com.br

Por: Pisteiros

Registrado em: 13/10/2011

O Vulcão Ollagüe é um estratovulcão ativo situado na fronteira da Bolívia e Chile, na II Região de Antofagasta no Chile e no Departamento de Potosí na Bolívia, na cordilheira dos Andes, com uma altitude de 5.870 metros. Possui uma cratera de 1.250 metros de diâmetro, a qual foi erodida na parte sul, o que deixa descoberta rastros de lavas. Apresentam duas fumarolas: a principal, que mede 100 metros, está localizada a 700 metros a oeste da cratera, de onde de observa o escape de gases de cor amarela (enxofre) e branco (vapor de água). A outra fumarola se encontra em cima do vulcão. Pelo lado chileno, ascendendo a 5.500 metros de altitude acima do nível do mar, começam a vislumbrar-se ruínas de ex-acampamentos enxofreiros denominados Santa Cecilia y Santa Rosa, os quais podem ser visitados a pé desde a base do vulcão. Sua ascensão requer uma boa condição física e a companhia de um guia.

Por: Pisteiros

Registrado em: 13/10/2011

O Salar de Uyuni é a maior planície salgada do mundo. Está localizado no Departamento de Potosí e Oruro, no sudoeste da Bolívia, no altiplano andino, a 3.650m de altitude. Cerca de 40.000 anos atrás, a área era parte do Lago Michin, um gigantesco lago pré-histórico. Quando o lago secou, deixou como remanescentes os atuais lagos Poopó e Uru Uru, e dois grandes desertos salgados, Coipasa (o menor) e o extenso Uyuni.

O Salar de Uyuni tem aproximadamente 12.000 km² de área, ou seja, é maior que o lago Titicaca, situado na fronteiraentre o Peru e a Bolívia e que apresenta aproximadamente 8.300 km².

Estima-se que o Salar de Uyuni contenha 10 bilhões de toneladas de sal, das quais menos de 25.000 são extraídas anualmente. Além da extração de sal, o salar também é um importante destino turístico. Seus principais pontos de visitação são os hoteis de sal, vulcão Tulupa, Mumuias de Pedra (Chantani), e a Ilha do Pescado e Incahuasi, com suas formações de recife e os cactos de até 10 metros de altura.

No início de novembro, quando começa o verão, é lar de três espécies sul-americanas de flamingos: o chileno, o andino e o flamingo de James. Os flamingos aparecem no verão pois é quando se inicia o período de chuvas e também quando acontece o descongelamento das geleiras nos Andes que deixa o salar coberto de água e intrasitavel, tornando-o um imenso lago com profundidade média de 30 cm. Nesse período, ele parece um enorme
espelho que se confunde no horizonte com o céu. Assim os passeios ficam restritos a algumas áreas.

Entretanto, entre abril e novembro todo o salar fica acessível, pois torna-se um imenso deserto seco com uma paisagem ainda mais exótica. Excelente para andar de moto !

O salar é composto por aproximadamente 11 camadas com espessuras que variam entre 2 e 10 metros, sendo a mais externa de 10 metros. A profundidade total é estimada em 120 metros e é composta de uma mistura
de salmoura e barro lacustre. O salar é também uma das maiores reservas
de lítio do mundo, além de conter importantes quantidades de potássio, boro e magnésio.

Além do deserto de sal, ilha do Pescado e as lagoas coloridas onde se vê os flamingos, é possível, num mesmo "tour", conhecer lagoas de águas termais, sendo uma delas formada de piscinas e a outra natural.

Também existem geiseres que exalam vapor a uma temperatura de 38°C, a mesma temperatura da água. Outro local interessante é um cemitério com ossadas de antigos moradores da região.

A origem do sal provavelmente está relacionada com a imensa quantidade de vulcões no entorno do Salar de Uyuni já que situa-se sobre uma região de altiplano, 3650 m acima do nível do mar. A concentração do sal é também facilitada pelo fato de ser uma região muito árida.

 

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