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GARUPA, OU CO-PILOTO?

 

Hoje, quero falar da categoria mais injustiçada no motociclismo:

O GARUPA, que eu aqui vou preferir chamar de PASSAGEIRO.

Vou começar falando da experiência viajando junto com minha mulher como passageira centenas de milhares de km.

Eu, pilotando a moto e ela ali, fiel, coladinha em mim, acreditando e confiando em tudo o que eu faço durante horas e horas em muitos horizontes.

Foi sempre assim? Ela nasceu sabendo o que fazer em cima de uma moto ?

A coisa é simplesmente terminar de arrumar a bagagem e as valises, colocar tudo na moto e, no espaço que sobrar, você coloca a sua passageira?
(Aliás, tem muitos que ainda instalam uma mochila enorme nas costas da pobre parceira...)

Nada disso. Stop. Vamos retomar o assunto.
Quanto tempo nos últimos anos você gastou com sua passageira para explicar como funciona o princípio da motocicleta?

Lembro de um amigo que, vendo com admiração nossas viagens, minha mulher e eu ali, juntos, enfrentando as fronteiras desse mundo, me disse:

Ah, você é tem sorte, minha mulher não quer mais nem saber da moto....
E eu pergunto: E você tentou fazer com que ela goste?
Claro! Levei ela comigo de Sampa a Campos do Jordão em um domingo na minha DUCATI Monster super esportiva.
Foram somente 400 km, ida e volta e chovia um pouco....
Ela tinha bom equipamento?
Bem, uma jaqueta de nylon e bons tênis Nike, sem luvas.

Seguramente ela voltou cansadíssima, irritada, molhada e gelada.
Nunca mais. Ele perdeu ali a parceira para a moto.

Essa história caricatural é um pouco o que acontece com muitos motociclistas que colocam suas parceiras em uma moto pela primeira vez, como se coloca alguém que vai fazer Paraglider começando pela Pedra da Gávea....

Com minha mulher, pelo simples fato de que ela não sabe nem andar de bicicleta, inciamos muito suavemente a fazer passeios de 1h, passeios de uma tarde, de um fim de semana e, quando ela mal percebeu, estava indo comigo da França até a Rússia, 8500 km!

Um pouco como a história do Paraglider, você começa baixinho e, quando percebe, já está saltando do topo de uma montanha.

Acredito que sua garupa pode ser muito mais do que outra peça de bagagem: Ela pode ser seu co-piloto.

Quando a gente viaja, vai vendo passar aqueles inúmeros quilômetros com relativa facilidade. Estamos ocupados pilotando a moto, verificando o computador de bordo, brincando com o GPS, calculando quantos kms faltam para a próxima pausa, etc.
Enquanto isso, nossa parceira faz o que? Não faz nada.

Fica ali, olhando a paisagem, se houver uma e se ela tiver altura suficiente para poder ver por sobre o seu ombro e pensando o que ela está realmente fazendo ali... Fidelidade, meu caro, tem limite.

Foi aí que minha mulher e eu começamos a desenvolver idéias para que a viagem de moto tenha para ela a mesma dimensão que tem para mim.

Vamos ver se eu consigo enumerar algumas dessas técnicas, se é que podemos chamá-las assim:

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Um bom sistema de comunicação leva a uma boa conversa  
Intercomunicador nos capacetes – Importante poder conversar. Esse negócio de sua parceira ter que te dar um “cascudo” no capacete para te dizer que quer parar para fazer xixi é muito tosco. Não serve em uma viagem de várias semanas.

Além do mais, você aproveita a estrada para levar aquelas conversas longas e colocar em dia um monte de “probleminhas” do casal.

Lembre-se que ela não vai poder abandonar a conversa pois vocês estão a mais de 100 km/h na estrada. (a Daehr, alemã fabrica um equipamento muito bom, fácil de instalar em qualquer capacete. O meu, ainda é por cabo, com cada um de nós conectados na moto).


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Equipamento compatível com o tipo de viagem para ambos.  
Equipamento pessoal – Ela tem que ser o mesmo equipamento seu. No nosso caso, minha mulher e eu usamos o mesmo material e variamos a cor. Assim, quando chover, fizer frio, calor, neve, poeira, vento, etc. O que você sofrer, ela sofre (ou não) da mesma forma. Se você estiver bem protegido, ela o estará também.

No meu caso, como uso a Jaqueta Rallye Pro 3 da BMW, tenho um grande bolso nas costas que minha mulher usa como depósito para colírio, batom, mentas, chocolate, creme hidratante e todas essas coisas absolutamente essenciais que as mulheres insistem em levar com elas. (Deixe ela levar, você nunca sabe quando vai bater aquela abelha no seu olho e você vai precisar daquele colírio esperto que ela carrega...)


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Bons capacetes fazem a diferença  
Vigilância na estrada – Minha mulher comparte comigo o espelho retrovisor esquerdo. Faço a regulagem do espelho de forma a que nós dois possamos ver o que nos segue ou o que tenta nos ultrapassar. Combinamos que uma leve pressão de sua mão na minha cintura indica que estamos sendo ultrapassados ou que vem um carro, pela direita, ou pela esquerda segundo o lado da pressão. Várias vezes ela me tirou do aperto pois, está claro que quatro olhos vem muito melhor do que apenas dois.

Fotos – A maior parte de nossas viagens se passa em pequenas estradas do interior. Assim, temos tempo de apreciar a paisagem e estamos todo o tempo comentando o que vemos e o que está acontecendo ao nosso redor.

Uma das atividades que minha mulher mais gosta enquanto rodamos por esse mundão é a de fotografar a paisagem. No final do dia, revisamos as fotos e apagamos aquelas que não servem. Mesmo assim, muitas fotos registram lugares que passamos e que não tínhamos percebido sua beleza.

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Trabalho de equipe a dois  
Navegação e Planejamento – Planeje com ela as etapas. Nossa parceira pode ajudar enormemente na navegação. Você pode colocar, aplicado com velcro, um porta-mapas nas costas de seu blusão e sua parceira pode ajudá-lo a localizar-se. Esta ajuda é muito bem vinda mesmo quando você tem um GPS instalado.

Bagagem – Comparta a organização da bagagem. Mulheres são em geral mais organizadas do que nós. Proximamente escreverei sobre a viagem a dois e a bagagem.

Abastecimento e pagamento - Um abastece, o outro vai pagar o posto de gasolina, etc.

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Cada um viaja com sua garupa como acha melhor  
Pausas de descanso – Veja com ela qual o limite do conforto das etapas entre pausas de descanso. Em solo, você pode fazer 3 ou 4 horas sem parar, a dois, você deve ser muito mais freqüente. Acostume-se a parar a cada 1:30 h com 15 minutos apenas de pausa. A viagem vai render muito mais.

As idéias acima são apenas algumas sugestões para fazer de sua viagem com sua parceira uma atividade em equipe. Com isso, você terá em sua passageira alguém muito mais disposto a enfrentar os desconfortos de uma viagem de moto.

Ela será parte da viagem e o prazer será muito mais do que o dobro.

Lembre-se: Se ela estiver descontente, sua viagem vai ficar muito mais longa e nem um pouco divertida... A moto é um espaço demasiado pequeno para desentendimentos.

Depois destes comentários, deixe-me lembrá-los que para nós motociclistas, rodar em moto é algo praticamente evidente e óbvio. Estamos fazendo isso há anos e temos a experiência para chegar onde chegamos.

Se você convidar alguém para viajar junto que não está habituado à motocicleta, lembre-se de tomar seu tempo para lhe explicar as suas regras de segurança, cada um tem as suas. Explique a ele/ela quando e como subir e descer da moto, como se comportar em caso de aceleração, de frenagem, em curva, com a moto parada, etc.

Explique tudo isso antes de sair, sem o capacete e sem pressa.

Seja amável com ela e certifique-se que ela entendeu as suas explicações.

Uma vez que vocês estejam prontos, enquanto a moto esquenta o motor, verifique se seu capacete está bem colocado e que a jugular está bem fixa mas sem apertar, o colarinho do casaco fechado, luvas ajustadas, a calça cobrindo as botas e as mangas bem ajustadas para evitar a entrada de frio.

Lembre-se que sua parceira está mais exposta ao frio e à chuva do que você e precisa ser protegida não só contra esses elementos mas também no eventual caso de uma queda. ( Não gosto de falar disso mas é sempre uma possibilidade).

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Nossas parceiras bem equipadas  
No caso de uma garupa de “primeira viagem”, faça um esforço para nos primeiros minutos assegurar uma conduta suave, sem acelerações bruscas e mais lentamente do que de hábito para você.
Um bom motociclista saberá dar confiança a seu passageiro e seguramente não conduzirá a moto da mesma forma que quando está em solo.

O passageiro, ou a passageira, deverá poder se manter na moto sómente apoiada por suas pernas, sem ter que se segurar no apoio lateral ou no piloto.

Um bom e simples teste para isso é que o garupa possa se levantar um pouco da sela, descolando o traseiro, sem usar suas mãos. Faça esse teste com ela.

Um dos melhores exemplos de trabalho em conjunto entre piloto e passageira que vi na minha vida foi em uma viagem que fiz ao Marrocos em 2007 e que incluía um tour pelo Sahara. (Já no site Rotaway)
Visitaríamos Merzuga, umas dunas magníficas na entrada do grande deserto onde nos hospedaríamos em um campo Berbér e teríamos que pilotar por 60 km fora de estrada. Precisaríamos pilotar em pé para poder baixar o centro de gravidade da moto e ter mais estabilidade, sobretudo, porque viajávamos com motos muito carregadas.

Eu estava viajando em solo mas um amigo e grande parceiro de viagens, Cláudio Giacosa, um bravo italiano, viajava com sua esposa em uma GSA.

Cláudio e sua mulher fizeram os 60 km em pé nos estribos, ambos, em uma perfeita sincronização naquele terreno traiçoeiro entre poeira e areia.

Ela, em pé, segurava firmemente o cinto de seu marido enquanto pilotavam com destreza e segurança através do Sahara.

Devemos levar em conta que a moto muda de atitude quando temos o passageiro e o extraordinário prazer de rodar a dois exige alguns ajustes na motocicleta, como a pressão dos pneus ou a regulagem da suspensão.

Você deverá ajustar as suas distâncias de aceleração e frenagem ou mesmo, o tempo de ultrapassagem que já não será mais o mesmo.

Sua passageira, em suma, deverá estar confortável e a melhor maneira de chegar a isso cabe a cada um de nós descobrir.

O que eu sei é que, compartir a maior parte de minhas viagens com minha companheira de toda a vida, acrescentou algo misterioso e importante em nossa relação:



A cumplicidade. Somos culpados de muitos quilômetros juntos.
Boa estrada e grandes viagens a dois para vocês.

Ricardo Lugris

França, 16 de Novembro de 2010


Fale com Ricardo Lugris
ricardolugris@rotaway.com.br
 
 
 
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Comentários (80)

2/2/2017 23:20:31
GH1LYV4FVD
This is just the peercft answer for all forum members
 
17/9/2013 09:33:14
RENATO TEIXEIRA
Ricardo muito bom seus relatos isso vai me ajudar muito em minhas viagens com minha garupa...... Um forte abraço.
 
21/8/2013 13:02:17
DANIA
Lugris, que texto fantástico!!!! Amei! Além de informativo é muito singelo! Tem poesia.... Tbem estou aprendendo a ser o "co-piloto", somos iniciantes e estamos ansiosos por grandes aventuras!
Grande abraço!
Dania
 
13/12/2011 11:07:13
CACO ANDERSEN
Post fantástico, ainda me considero iniciante no mundo das viajens sobre duas rodas, mas coloquei em prática suas dicas e minhas viagens com minha esposa se tornaram parte indispensável do nosso relacionamento.

um grande abraço a todos os amigos viajantes.
 
1/12/2011 23:41:38
ANSELMO
As motos, principalmente pequenas, são usadas para a maioria dos crimes violentos. Sou motociclista com 36 anos sobre duas rodas, mas infelizmente apoio a medida de proibição de garupas.
Pagam os justos pelos pecadores.
 
1/12/2011 23:38:01
ANSELMO
Sou motociclista com 36 anos de duas rodas, mas sou a favor da proibição de garupas, infelizmente. As motos aquí são usadas para o crime. SEMPRE são dois: o garupa executa e o motoqueiro garante a fuga com agilidade.
Hoje a maioria dos crimes violentos são dessa forma. Perdoem-me, mas pagam os justos pelos pecadores.
 
26/11/2011 17:08:56
OSWALDO PIGOSSI
Ricardo, parabens pelo seu modo de pensar, eu mesmo ja recusei varios convites de viagens maravilhosas por que esses convites nao incluiam as esposas, realmente as viagens sao menos interessantes.
para esse" Sr" deputado o minimo que se pode dizer seria lamentavel, pois ao inves de como o resto de seu bando, se preocupar em melhorar a vida dos cidadaos, se detem em criar projetos de lei absurdos, quem sabe ele nao cria uma lei proibindo as pessoas de sairem de casa , porque assim nao haveriam assaltos, por falta de viitmas,
Coitados de nos nas maos desses ...
Ate.
 
26/11/2011 08:22:52
EDUARDO WERMELINGER
Prezados amigos,

Pela 1a. vez faço exclusão de um comentário aqui no Rotaway, no caso específico da Assessoria do deputado Hato, aqui postado.

O site Rotaway é totalmente democrático, mas em nenhuma circunstância irei permitir que façam deste espaço uma plataforma para notoriedade política.

A nossa proposta é a interação entre os amigos motociclistas, sendo a motocicleta o elo desta interseção.

Peço desculpas aos amigos que direcionaram mensagens em resposta as justificativas da Assessoria do Deputado.

Certo da compreensão de todos.

Um grande abraço.

Eduardo Wermelinger
 
25/11/2011 18:26:02
LUIZ FERNANDO TEDESCHI OLIVEIRA
Muito bom, como sempre Lugris!
Fiz como seu conhecido da Ducati e até hoje não consegui convencer a Dna Milma a andar na K1300S de novo...
 
25/11/2011 18:21:01
CESAR ALVES
Com referência ao projeto do Sr. Deputado J. RATO, não poderíamos esperar nada diferente dos nossos "nobres representantes", porque a assessoria precisou responder? ele diplomou-se na mesma escola do Tiririca?
Não vamos nos esquecer que as eleições estão aí e esta é a manerira mais barata de estar na mídia, mesmo que seja dizendo asneiras, afinal, é só o que eles dizem e fazem.
Os senhores "assensoristas" tambem poderiam fazer juz a sua polpuda remuneração presenteando a "assumidade parlamentar" um exemplar de nossa constituição para que ele tenha conhecimento dos direitos do cidadão. Caso ele não o entenda nós, os motociclistas, poderemos encomendar um com figurinhas para ficar mais fácil.
Cambada......
 
25/11/2011 17:40:33
JOSE CAMILO KRUMMER
Lugris, mais uma vez, show de bola!

Agora para a assessoria deste deputado:
Os senhores não conseguiram acertar com quem? Industria de capacete? etc, etc???

Os senhores também já entraram com algum projeto lei para reduzir em 50% o valor do seguro obrigatório e ipva?

Como o amigo abaixo escreveu, vão postar comentário em outro lugar!



 
25/11/2011 17:35:01
TEKA FLORES
Ricardo, bárbaro o seu texto! Sou uma excelente companhia para o meu marido. Não tem tempo ruim. É só felicidade quando estou na garupa.

PS: Hei assessores do deputado! E agora como pego carona com meu marido pro trabalho? vcs estão loucos!
 
25/11/2011 15:13:04
OTAVIO ARAUJO GUGU
Mais um GOL de placa da dupla Lugris/Wermelinger!!!

Em 16.11.2010 comentei aqui sobre experiência de viagem com a esposa [co-pilota], agora volto depois de um ano a comentar sobre a aberração de que trata essa lei 485/2011 criada por um deputado, possivelmente por falta do que fazer, ou de cultura geral. Com tantos problemas maiores e de maior valia para a sociedade, cria uma lei que além de todos os males às famílias que dependem das motos para trabalho ou transporte de seus familiares, faz São Paulo servir de mau exemplo no cerceamento da liberdade. Nós motociclistas somos muito unidos para o BEM, entretanto não nos esqueceremos de quem ousa tentar fazer o mal a qualquer um de nós, independentemente da classe social ou da cilindrada da moto. Creio que nosso Governador Geraldo Alckmin não se deixará desgastar concordando com tamanho despropósito. Imagino que o Haato já esteja preparando um novo projeto de lei proibindo chover em regiões com possibilidade de alagamentos...
Meu fraterno moto abraço a todos, Gugu -Taubaté/SP
 
25/11/2011 14:40:40
FERNANDO ZANFORLIN
Gostei, realmente quem tem uma garupa preciosa como nossa esposa, sabe o qão é legal ela estar muito bem acomodada, fazendo as coisas certas para uma boa condução e com os mesmos equipamentos nossos. Quando começamos a viajar, dava "aulas de pilotagem" sobre os aspectos físicos de dois corpos sobre a moto em posições diferentes. O que foi muito útil fazendo vários "pass" na Suiça. Quando estamos de carro ela faz observações sobre motociclistas que estão fazendo coisas erradas. Gostei da dica do espelho não havia pensado nessa alternativa, legal.
 
25/11/2011 13:52:07
GERALDO BERGAMO FILHO GEBÊ
Olá Ricardo e a todos que acompanham este site que se tornou leitura obrigatória de todos motocilistas (eles e elas), discriminar o (a) garupa taxando-os de miliantes como aqui já dito é ato impensado e grotesco apesar de todos os acontecimentos que conhecemos na subtração de nossos brinquedos, assim, inconteste, as autoridades äfirmam" categoricamente a sua incapacidae gerencial sobre o assunto "segurança". Transferem e usurpam de nós, motociclistas, a tarefa , da qual não temos nenhuma obrigação de abrandar mas sim de usufruir de nossos brinquedos da maneira com o qual foi concebido, isto é, de dois lugares. O mais lamentável é que além disso nos impõem pesados custos de seguro obrigatório, pedágios, IPVA, etc. e não nos dãol nada em troca, ou melhor, querem nos tirar o prazer em compartilhar com nossas garupas (co-pilotos), nossa liberdade de "ir e vir". Comungo em gênero, número e grau com tudo que já foi dito aqui, aliás um espaço democrático que devemos fazer valer nossas opiniões. Ricardo, sei que não foi sua intenção principal mas, obrigado por essa abertura que coloca esse exdruxulo e infame posicionamento político no ponto de discussão sobre aberração da legislação.
Quanto às suas considerações sobre o relacionamento e o tratamento que deva ser dada às nossas companheiras, não há o que divergir, parabéns a vcs dois pela cumplicidade. grande abraço Gebê
 
25/11/2011 13:04:21
PORCOCANE
comentario perfeito,,,,um grande abraco as mulheres e claro um moto abraco as co-piloto. parabens!!!!!!!!!!!!!
 
25/11/2011 11:16:31
RENATO V7
Gostaria de deixar meu protesto aqui.
Minha companheira de viagem (garupa) não pode ser considerada uma possível meliante, como supõe este incapaz e despreparado Deputado Jooji Hato. Ele que vá brigar e discutir sobre a eficácia de benefícios concedidos com os indultos de Natal, dia dos Pais, Mães e etc aos assaltantes.
Será que ele também quer tirar os carros de luxo das ruas, afinal, um condomínio de luxo foi assaltado por um bando de assaltantes em carros de luxo, lembram-se? Minha residência foi furtada, levaram quase tudo e vizinhos notaram uma kombi estacionada na frente da casa. Vai proibir a circulação de kombis em SP também??
Somos assaltados nas ruas, a pé. Vai proibir o pedestre??
Sr Deputado, preste atenção...
 
25/11/2011 11:06:15
WALTER MOLINA JR
Ricardo, muito oportuno relembrarmos este seu texto. Já o tinha lido, mas agora a questão do garupa, ganha uma outra dimensão.
Escreva mais, estamos precisando de textos como o seu.
Ricardo Lugris, parabéns pelo Rotaway, acho que o único site aqui no Brasil que encontramos uma diversidade seletiva no nosso universo da motocicleta.
Atenciosamente, Molina
 
25/11/2011 10:10:43
ANTONIO CRAVO PAULA E SILVA
Amigos motociclistas - aproveito este cantinho para um desabafo - ACHO QUE ATÉ A BURRICE TEM LIMITES - Este deputado é muito burro - sem noção nenhuma de nada, quanto menos do assunto motocicletas - pior - o projeto foi votado e passou para frente - dá para acreditar nisto - fico pensando: o que será que seus familiares pensam "dele" e a sua comunidade deve estar envergonhada por tal atitude - "ele classificou como suspeito toda pessoa que esta numa garupa - acreditam - será que roubos, assaltos, agressões só ocorrem devido as garupas? è louco este sujeito? Se eu continuar vou falar besteiras de tão revoltado - viajo com minha mulher pelo Brasil,Canadá, Europa e Estados Unidos - e com certeza este tipo de descriminação não existe - SENHOR DEPUTADO FORA DA CAIXINHA - fale com seus familiares antes de fazer uma aberração desta. - Aha e serve também para os que aprovaram tal projeto. Caro Ricardo, obrigado pela sua lucidez e parabéns.
Cravo - Ctba-PR
 
25/11/2011 09:45:49
DELCIO TONIN ERECHIM RS
Parabéns Ricardo. Seria muito importante tu dar uma palestra para os parlamentares paulistas, quem sabe leis absurdas dessas não serião mais notícias.
 
25/5/2011 20:10:16
GILDASIO M. PEREIRA
Parabéns, Ricardo pela brilhante matéria sobre viagens com co-piloto de 1ª viagem, ou companheira.
Suas dicas me serão muito úteis.
Desde já agradeço por compartilhar brilhantes experiências.
Um grande abraço.
 
20/4/2011 12:36:28
SHEILA SAMPAIO
Adorei seu artigo. Quando estou com meu marido raramente piloto. Tenho habilitação, adoro nossa moto e acredito que em grandes percursos vou pilotar um pouco para ela poder relaxar.
Nós adoramos a companhia também em cima da moto.
Meu marido tem um pequeno defeito. Ele simplismente não olha as palacas!!!Sempre foi assim de moto, de carro, seja com que for. Se não estou atenta, pode esperar...que vamos nos perder kkkk.
Quanto ao intercomunicador, logo comprei um de fio mesmo, porque acho um tédio andar sem se comunicar direito, mesmo só dando voltinhas pela cidade.
Gostei tanto do seu texto que vou adicioná-lo no meu Blog OK?
Parabéns!!!
 
24/2/2011 21:25:47
BETO
Perfeito esse artigo. Minha esposa também pilota. Agente conversa muito enquanto andamos, um comunicador faz muita falta. Parece engraçado, mas ela é tão tranquila na garupa que já chegou a carregar LIVROS para ler enquanto passeamos algumas vezes.
 
27/1/2011 22:23:31
CELSO NOGUEIRA SCHWEITZER
Caro Ricardo. Sábias colocações. Dicas como essas que somam em nosso constante aprendizado com as duas rodas.
Forte abraço.
Celso - Florianópolis-SC
 
21/1/2011 09:48:40
FERNANDO
Bem legal seu texto, eu minha esposa sempre viajamos e ela como sempre fiel escudeira, pronta para tudo... Um grande abraço e fique com Deus.
 
20/1/2011 23:13:27
CARLOS
Caro Ricardo, fantasticamente colocado!
Estou me preparando rumo a Ushuaia, e sinto que fazer a viajem sozinho, apesar de ser meu sonho, nao é a mesma coisa sem minha companheira.
Tenho lido MUITO o www.horizonsunlimited.com (que com certeza voce deve conhecer). Gostaria que me desse permissão para traduzir e postar seu texto, para que todos possam desfrutar de suas dicas valiosissimas.
Abraço,
Carlos
 
31/12/2010 12:18:29
SANDRA
Meu marido e eu achamos muito boa as dicas, principalmente para ele, que se convenceu de que nós as caroneiras podemos ajudar qdo o perigo se aproxima inesperadamente na traseira da moto, mesmo estando atento, muitas vezes não consegue visualizar. Parabéns!!!!!
 
27/11/2010 06:15:43
RICARDO LUGRIS
Queridos amigos e companheiros, carissimas motociclistas do sexo feminino, co-pilotas e a todos os amantes deste veículo perfeito que se deram o trabalho de comentar o meu texto:
Em momento algum, enquanto escrevia esse post, pensei que atingiria um "soft point" no tema da viagem de motocicleta.
Fico extremamente lisongeado pelos comentários e incentivos que recebi. Obrigado, de coração a todos.
Espero, e acredito, que um dia nos cruzaremos em uma dessas estradas deste belo e vasto mundo. Curiosamente, já nos conheceremos, como sempre parece que já se conhecem quaisquer motociclistas quando se encontram.
Tenho orgulho de pertencer a esta comunidade.
Ricardo e Graça Lugris 1200GSA
PS: Graça, aqui ao meu lado, tem curtido muito todos esse comentários e manda um beijo à todas as suas companheiras de viagem e co-pilotagem.
 
26/11/2010 16:18:57
FALCÃO NEGRO
Valeu pela instrução vou passa total para minha CO-PILOTO
 
26/11/2010 08:59:53
CARLOS A. RO7
Ricardo, Bravo amico!!!
 
23/11/2010 10:34:05
VINICIUS MANARTE GUARAPARI ES
Que maravilha de explanação. Gosto de viajar em grupo (pequenas viagens), sozinho - não sei o quanto, bate a saudade, a vontade de dividir, etc, mas com minha esposa e eterna companheira, vamos mais longe, sempre mais longe. Muito mais prazeroso...Parabéns pelo texto.
 
21/11/2010 22:17:22
JULIANA
Amei ler teu texto, Ricardo, piloto uma YZF-R1 e só o faço por bravura e teimosia minha, pois se dependesse de antigos parceiros, talvez fosse mais uma como aquela apenas a esperar em casa... Viva a nós, CO-Pilotas, parceiras, companheiras, pilotas, enfim, obrigada por nos dedicar um texto com tamanha simpatia e clareza! Somos boas cúmplices, com certeza! Grande abraço.
 
21/11/2010 00:11:15
JADER NAVEGA GRANADO
Ricardo, parabéns pela belíssima forma a qual descreve a importância de termos as nossas esposas em nossas viagens, mas não simplesmente nos acompanhando, mas fazendo o seu papel de ter no banco traseiro uma responsabilidade tão importante quanto a nossa de pilotar. A bem da verdade não só estamos cruzando estradas, mas sim, solidificando a cada quilômetro a cumplicidade da nossa relação.

Um grande abraço,
Jader (Macalé)
São Paulo e Madrid
 
19/11/2010 11:55:40
VITOR RAMOS DE SOUZA
Ricardo,parabens pela reportagem. Sou iniciante em viagems com garupas as dicas mencionadas com certeza servira para melhor preparar Eu e minha esposa a qual efetuou nossa 1ª viagem longa, uma viagem de 1.000 Km realizada em apenas um dia origem Rib. Preto-Sp. c/ Destino a Foz do Iguaçu - Pr. com uma chegadinha até a Argentina, sempre viajamos com mochilas nas costa dela, mas para essa viagem me preparei colocando um Baú de 45 Lts, com paradas a cada 2:00 Hrs de rodagem o qual a viagem foi realizada e minha esposa gostou pois ficou confortavelmente na garupa, como relatos acima a garupa é uma pessoa muito importante em nossas aventuras pois registra toda a nossa viagem, faz com que dialogamos dos pontos turisticos visto naquele momento e fortalece o nosso relacionamento..

Abraços ao casal,

 
19/11/2010 06:51:29
RICARDO LUGRIS
Prezados amigos,
Passo a traduzir a mensagem de Claudio Giacosa, grande motociclista italiano e parceiro de várias viagens por esses horizontes sem fim. Meu irmão naquele país.
"Prezados motociclistas, caros colegas,
Sou Claudio, o amigo italiano de Ricardo, peço desculpas por escrever em italiano mas o "Bravo" Ricardo fará a tradução destas minhas palavras graças ao seu perfeito conhecimento de minha lingua.
Primeiro, parabéns a Rotaway pela capacidade de unir um "povo motociclistico mundial, bravo a todos!!!!
Segundo, os elogios que me fez Ricardo são evidentemente exagerados mas, de tanto conviver com italianos, aprendeu a exagerar as coisas!!!
Sinceramente, entretanto, viajo de moto com a minha esposa de toda a vida. Já não somos tão jovens mas ainda hoje recordamos que quando nos conhecemos (há 35 anos!!!) os dois praticavamos motocross e...... praticar esse esporte na Italia naquela época, éramos pouquissimos.
Ela, foi Ela que decidiu compartir juntos nossa aventura em moto tornando-se parte ativa da viagem como passageira-copilota!! É Ela que controla o "road book", é ela que fotografa, é Ela aque pede as direções e Ela que usa a videocamera e é Ela que em condições difíceis me ajuda a continuar!!! E ainda, é Ela que viaja de pé nos estribos em terrenos perigosos!!!
E é então que eu digo, Obrigado, com Ela fiz a Patagonia, a Coracia (onde conheci um casal de brasileiro que nos derreteram o coração, Ricardo e Graça), Montenegro, Bosnia, Marrocos (3 vezes), Tunisia (2 vezes), Corsega (8 vezes), Italia, Espanha e Portugal com Graça e Ricardo e a Rota da Sed, de Asti a Samarcanda (tambem com Ricardo, objeto do vídeo neste site) e da Italia a Dakar através do deserto da Mauritania. Este ano, Senegal, mali e Burkina Faso ( o país mais pobre do mundo que nos ensinou muito)
Agora, espero poder conduzir uma moto no Brasil e ir da Itália até as Pirâmides.
Obrgado de coração a todos vocês.
Ciao, "Abraço a Todos"!!!!
e como digo sempre: A moto recompensa!!!!
 
18/11/2010 21:09:05
REGININHA DO BENONI
Caro Ricardo
Concordo plenamente com seu texto.
Sou co-pilota,garupa,fotógrafa,financeira,redatora e companheira para qualquer intempérie.
Acabamos de rodar pela Alemanha,Áustria, Alpes Suíços,Italia e sul da França. Meu "Harleyro" não viaja sem eu e é por gosto, não por obrigação!!! Recomendo a todos...
Regina Sandri. Campo Grande/MS
 
18/11/2010 20:55:00
CLAUDIO GIACOSA
Gentili motocicliste, cari colleghi
sono Claudio lamico italiano di Ricardo
chiedo scusa se scrivo in italiano ma il Bravo "Ricardo" provvederà a tradurre questa mie parole grazie alla sua perfetta conoscenza della mia lingua.
Primo, un complimento a rotaway per la capacità di unire un "popolo motociclistico mondiale", bravi!!!!
Secondo, i complimenti che ci ha fatto Ricardo sono esagerati ma, restando con gli italiani ha imparato ad ingrandire le cose!!!!
Sinceramente, però, viaggio in moto con la mia "esposa" da sempre, non siamo più tanto giovani ma ancora oggi ci ricordiamo che quando ci siamo conosciuti (circa 35 anni fa!!!) tutti e due facevamo motocross e...... donne che facevano questo sport in quel tempo in Italia ce ne erano pochissime.
Lei, è stata proprio Lei, che ha deciso di compartire insieme le nostre avventure in moto diventando parte attiva del viaggio come passeggera coopilata!!è Lei che controlla il road book e Lei che fotografa e Lei che chiede le indicazioni e Lei che usa la videocamera ed è Lei che in condizioni "difficili" mi aiuta a continuare!!! ed è Lei che viaggia inpiedi sulle pedana sul terreno insidioso!!!
e allora dico grazie, con Lei abbiamo fatto
la Patagonia
la Croazia, (qui abbiamo conosciuto 2 persone brasiliane che ci hanno "sfondato" il cuore) Montenegro, Bosnia
Marocco (3 volte)
Tunisia (2 volte)
Corsica 8 volte
Italia
Spagna e Portogallo con Grazia e Ricardo
la via della seta da Asti a Samarcanda
dall Italia a Dakar attraverso il deserto della Mauritania
e questanno Senegal, Mali e BurkinaFaso (il paese più povero al mondo che ci ha insegnato tante cose)
adesso spero di guidare una motocicletta in Brasile e di raggiungere dall Italia le Piramidi
grazie di cuore a Tutti voi
CIAO - Abraço a todos!!!
e come sempre dico "la moto premia"
 
18/11/2010 15:37:50
ANDRÉA
Adorei suas colocações, são importantíssimas e foi por conta de cuidados como estes que vc colocou que hoje sou APAIXONADA por motociclismo e aprendi depois dos meus 30 anos a pilotar uma Buell 990c, com um companheiro cuidadoso como vc tb parecec ser. Continuo na garupa do meu marido, treinando e aprimorando a cumplicidade nas viagens e ampliando meu amor por motociclismo tanto na garupa quanto na pilotagem.
Abç grande Andréa
 
18/11/2010 09:24:49
RICARDO PUPO
Meu filho , hoje com 14 anos, é meu "garupa" há 7 anos. Ele é meu super companheiro, com ele não tem tempo ruim !! Valeu "Gumex" !!
 
18/11/2010 09:09:31
JOÃO CRUZ
Oportuna e didática a opinião do Ricardo envolvendo passageiro (ou carinhosa expressão garupa).
De forma esclarecedora e até convincente, mostrou os benefícios advindos, orientando, inclusive, iniciantes para a importante e complementar função.
Tão feliz foi na sua exposição, que muitos com ela concordaram. Houve alguma divergência, claro, o que é natural e até saudável.
Lendo a matéria fui surpreendido por ter sido despertado para um fato novo: O motociclismo, outrora reconhecidamente individualista, atualmente é familiar, haja vista o número de mulheres com seus maridos participando de passeios e viagens.
Isso mostra que está havendo maior integração da família, tanto nos seus lares, quanto também agora fora deles.
Quando rapaz, ardoroso amante de motocicletas e estradas (eram de terra), não poderia imaginar essa saudável transformação no motociclismo.
Aproveito o momento para agradecer ao Rotaway a cessão do espaço para a ilustradora opinião e a elegante atuação dos muitos participantes.
 
18/11/2010 08:33:36
ALEXSANDER R. SOUZA
Ricardo, te parabenizo pelo post o qual na realidade é uma excelente matéria, para quem gosta de pegar a estrada com sua parceira uma fonte de dicas, agumas que inclusive passarei a praticar.
Como disse o Cicero, somos privilegiados por contar com nossas parceiras nas estradas, muitas vezes com temperatura e tempo adversos.
Porém, aos que por vezes viajam em solo é também de se valorizar o bom senso e a cumplicidade da parceira que fica em casa, seja por um percurso dificil e perigoso para fazer a dois ou por outro motivo que lhe seja razoável.
Alexsander, Canoas - RS
 
17/11/2010 22:23:57
FERNANDO PEDROSO
Bela materia, parabenizo o Ricardo, mas nesta estou com o Ramon, tem uma epoca da vida que e melhor viajar solo, e tem lugares que e melhor não arrisacar levar garupa como disse o Edu mas se a esposa quiser ir melhor, se não com certeza vai ter alguem nos esperando da longa jornada e cuidando da meninada e muito bom, abraços a
todos os companheiros de estrada
 
17/11/2010 16:03:48
FERNANDO ABRAHAM
Muito bom texto, uma certa vez viajei sem os devidos cuidados e vi que se nossa parceira não estiver devidamente acomodada e vestida a viagem pode não ser tão agradável assim, portanto, muito bem planejada a viagem, ai sim, será tudo maravilhoso. Parabens.
 
17/11/2010 15:00:27
CARLOS MEIRA
Ricardo, saudações
Realmente, a cumplicidade no motociclismo não se traduz somente à máquina e seu condutor... o passageiro também é parte integrante desse mundo... e como é prazeroso poder contar com a amada junto nesta cumplicidade !!!
Parabéns pelo texto e pela inspiração !!!
Meira
 
17/11/2010 11:29:09
ENOCH GOMES MATIAS
RICARDO,PARABÉNS PELA MATÉRIA QUE MAIS DO QUE DICAS É UM RECONHECIMENTO A ELAS, NOSSAS "FAZEDORAS DE ALEGRIA" QUE LEVAM COR E BRILHO ÀS NOSSAS VIAGENS.
QUE ME DESCULPEM OS MOTOCICLISTAS SOLO MAS UMA VIAGEM SEM ELAS NÃO TEM O MESMO CHARME.
ENOCH
 
17/11/2010 08:47:28
TATIANA LISBOA
Ricardo muito legal estes toques. Meu namorado também é um exemplar piloto, sempre está atento as minhas necessidades, se estou bem posicionada, faz paradas pra aquela esticadinha de pernas, e aquilo que você bem disse, participo em tudo, pago pedágios, e outras coisas pra facilitar o João. Abs, Tatiana - Curitiba
 
16/11/2010 20:21:29
LUCIANA MORGADO VIRGILIO
Olha que máximo o pai do Ricardo dando o depoimento dele!!! É realmente comovente o mundo do motociclismo. Ricardo, hoje já não sou mais garupa, co-pilota, etc... Piloto minha moto junto com meu marido. Viajamos juntos por vários lugares. Parabéns Ricardo. Juliana (GS 800) esposa do Virgilio GSA 1200
 
16/11/2010 20:07:38
PAULO OLIVEIRA
Prezado Ricardo, parabéns pelo belíssimo texto.
Dizem que é preciso mais amor para compartilhar a sela do que para compartilhar a cama...
Abraços,
Paulo.
 
16/11/2010 20:04:09
ALFONSO LUGRIS
Hijo: Te felicito por la belleza de comentarios que surgen después de tus bellísimos consejos a esos héroes que como tú se atreven a recorrer este bello mundo nuestro. A todos los componentes de esa familia de dos ruedas mi admiración..
Saludos de este viejo padre que se siente muy orgulloso...
 
16/11/2010 18:45:53
LUIZ ALFREDO MANHÃES
Grande Ricardo! ja li materias sua. Parabens. Alfredo
 
16/11/2010 17:23:36
EDUARDO WERMELINGER
Oi Rafa. Obrigado pela sua participação aqui no Rotaway. Não se trata de querer viajar só. Você me conhece, e sabe que sempre procuro rotas alternativas. Se lembra na saída de São Francisco do Sul, em SC? Te encontrei em um posto de combustível abastecendo, onde você desfrutava a companhia da sua esposa. Vocês voltavam de Florianópolis pelo asfalto. Se lembra do estado o qual me encontrava? Era lama e terra. Então, se estivesse com garupa, muito provavelmente não teria passado pelas estradas que passei, ainda mais chovendo. É isso. Como bem colocado por alguns neste post, garupa ou co-piloto como o amigo Ricardo bem intitula, não seria uma opção adequada como companhia por questões de segurança, e até mesmo de nao poder usufruir da viagem como realmente a companheira mereça. É só isso! Te envio uma mensagem para o seu email. Abraços, Eduardo
 
16/11/2010 16:59:15
RAFAEL AFONSO LUTERBARK
Sem entrarmos no mérito da polarização, o Eduardo Wermeling, aqui do Rotaway, sempre viaja sozinho. Nunca vi sequer o banco trazeiro instalado nas suas motos. O Eduardo é casado e sei que a esposa dele também gosta de moto, ela até anda em uma Piaggio. Porque as viagens do Edu sempre foram solo? Já me encontrei com Edu algumas vezes na estrada, e sempre literalmente só. Eduardo, um grande abraço, e quer agradecer ao Ricardo por nos deixar a sua impressão com as suas experiências de viagem com garupa. Parabéns Ricardo. Rafael GSA 1200
 
16/11/2010 16:36:15
DONATO MONTEIRO
Saudações Ricardo,
Vejo que o assunto “garupa/passageiro” despertou polemicas, também deveras, como diria Nelson Rodrigues “Toda unanimidade é burra”.

A questão é, se vai fazer uma viagem com garupa, não a faça (a viagem) como se estivesse solo, compartilhe e desfrute do prazer da companhia, interação é tudo numa viagem de moto acompanhado.
Parabéns pelo post,
Grande abraço.
 
16/11/2010 16:19:08
CESAR ALVES
Ricardo parabens pelo comentário muito oportuno e verdadeiro. Eu e minha copila já temos alguns kms rodados e usamos quase todas sugestões, posso afirmar que melhoram mesmo a viagem, Gostei mesmo foi essa de rodar em pé os dois, na próxima oportunidade vou experimentar com certeza.
abraço
Cesar
 
16/11/2010 15:33:22
CAMILA BITTENCOURT
Oi Ricardo, obrigada pela reportagem ! Nós co-pilotas adoramos por o pé na estrada e participar de todas as etapas de uma viagem. Meu marido Braga me valoriza como companheira e podemos aproveitar juntos tudo que está paixão e aventura nos proporciona. Abraço. Camila Bittencourt. São Paulo - SP
 
16/11/2010 15:32:53
SABINE RIGHETTI
Ricardo, quero cumprimentá-lo pela sua exposição quanto a importância da interatividade com a Passageira, Garupa e Co-Piloto. Existem muitas opiniões divergentes quanto a participação ou não da companheira na motocicleta. Mas acima de tudo, o mais bonito nas suas colocações, foi uma atitude que mostra o quanto é bonito ter um casal que olha, compartilha e desfruta do mesmo objetivo.
Aproveito para parabenizar os idealizadores deste site. Muito bem elaborado, e como uma gama de informações no mundo do moto-turismo.

Atenciosamente,

Sabine Righetti
A Folha - Estado de São Paulo

 
16/11/2010 15:31:02
JULIANA MEDINA
Ricardo, parabéns, um texto excelente que eu tenho certeza que arrancou muitos sorrisos das mulheres que o leram.
 
16/11/2010 15:27:10
FELIPE KLEIN
Caro Ricardo, tenho certeza e li com apreço seu post, ate mesmo porque comungo inteiramente, e minha esposa viaja sempre comigo e sei que não tens qq responsabilidade por comentários de terceiros. A idéia não era polemizar, de forma alguma. Aliás, pessoalmente me divirto muito mais com a co-pilota, porque rimos muito em viagens (e com inter-comunicador, hehehe). Parabéns pelo texto! Continuaremos ligados aqui! abração
 
16/11/2010 15:08:54
ERNANI BINS
Ricardo,parabens pela reportagem.Concordo com vc,nossa companheira tem que ter o mesmo conforto que nós afinal sem conforto nem nós gostamos.
Um parabens em especial a tua companheira que demonstra um grande carinho por vc.

Abraços ao casal,

Bins e Giovana.
 
16/11/2010 14:56:01
CICERO PAES
Como um dos privilegiados que possui uma "co-piloto" com a qual já rodou uns bons kms, confesso que há muito não lia algo tão inteligente e coerente. Inclusive, se o autor me permitisse, gostaria de reproduzí-lo em meu Site Pessoal www.ciceropaes.com.br. Nesse caso, gostaria de contatar pelo e-mail citado.

PARABÉNS !
 
16/11/2010 14:53:40
RAMON C SCHNEIDER
.. no ritmo do "falem bem, falem mal, mas falem de mim...." o artigo suscitou opiniões.... atingindo seu público...

quero parabenizar, todavia, o artigo escrito pelo Ricardo, que foi o que faltou no primeiro post. Conciso, organizado e instrutivo, permitindo, data venia, interpretações diferenciadas....

Ao Ricardo meus sinceros abraços....
 
16/11/2010 14:46:21
RICHARD
PARABENS pela matéria...
perfeita, eu tmb tenho a minha esposa em todos os momentos e viagens de moto, carro e bicicleta, sim, de bicicleta tmb.....
acho muito justo...

abraços...
 
16/11/2010 14:26:48
RICARDO LUGRIS
Caro felipe e demais amigos motociclistas.
Meu ponto de vista está na matéria. Não pretendo ser o "dono da verdade". Também faço viagens em "solo" dependendo do grau de dificuldade e risco da viagem. Eu seria inconseqüente e irresponsável se levasse minha mulher para lugares onde ela vai ser submetida a desconfortos ou riscos pessoais.
Uma boa viagem com amigos (Revista Duas Rodas, Outubro 2010, numero 420 - "Bem Vindo a Tua Terra) é tudo de bom.
Minha intenção nesta matéria foi a de valorizar a viagem "a dois". Não quero, em hipótese alguma, dizer com isso que é UNICA" maneira de viajar de moto.
Se sua companheira for em algumas viagens, voce poderá ir em muitas mais.
Quanto aos "anônimos", não cabe a mim comentar. Meu nome está alto e claro mencionado no título da matéria e é meu nome de batismo.
Boas estradas, Felipe.
A todos os demais parceiros e parceiras que comentaram aqui, obrigado pelo belíssimo retorno.
A cada dia que passa essa paixão pela motocicleta cresce no meu coração.
 
16/11/2010 14:25:27
JACQUELINE HOCHBERG
"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é..." já dizia Caetano. É bom viajar com garupa, sem garupa, sozinho ou com amigos, com a mulher em outra moto e de tantas maneiras... o importante é viajar! []s, Jacqueline
 
16/11/2010 14:21:31
EDITORIAL ROTAWAY
Prezados, por força da circunstância foi removido deste espaço o comentário deixado por ANÔNIMA.

Grato pela compreensão de todos.

EDITORIAL ROTAWAY
 
16/11/2010 14:06:09
FELIPE KLEIN
Prezado Ricardo,
acredito que exista os dois pontos de vista, tanto aquele que quer um momento somente seu, como o Ramon falou, como aquele, como eu, que divide suas longas jornadas. Não vejo qualquer disparidade nisso. Todavia, sou obrigado a ver com grande preocupação quando alguém "anonimo", ou seja, não identificado, coloca palavras duvidosas quanto aos outros motociclistas. Sinceramente...acho indelicado e inócuo, e mostra porque em muitas rodas, é difícil ser aceito levando as esposas, porque elas as vezes não sabem o limite da vida de cada um, e cada qual com seus problemas, ou soluções. Abraço
Felipe
 
16/11/2010 13:51:24
EDUARDO WERMELINGER
Prezado Ramon, parcialmente concordo contigo quando temos estradas com alto de grau e dificuldades em não levarmos garupa (co-piloto). Mas na maioria das vezes, ou melhor, em grande parte delas, acho vital a integração da esposa, namorada, etc, em poder compartilhar um momento tão bacana, ímpar, que é um passeio de motocicleta, independente de distância, lugar, etc...

Atenciosamente, Eduardo Wermelinger
 
16/11/2010 13:16:55
RAMON C SCHNEIDER
prezada "Anônima":

sei que seu companheiro não consegue ir de moto na esquina comprar cigarro sem dar explicação. Cadum, cadum, mas minha sogra já dizia, ".. tudo que se aperta demais, escorre entre os dedos..."

já quanto as viagens, te digo que sou bastante comportado e, na minha faixa etária, chegando em casa no zero e zero já me dou por satisfeito (Non comedi uno sed non comedi)....
 
16/11/2010 13:08:12
CHEMIN
muito boas as suas palavras, pois as mulheres são a razão da nossa existência e temos que trata-las com muito amor , carinho e respeito
abç e sucesso
 
16/11/2010 13:06:49
RICARDO LUGRIS
Grande Ramon,
Tens toda a razão mas, a generalização normalmente não é muito inteligente....
Minha mulher sabe onde pode e quer ir. Fui ao Uzbequistao, Irã, Marrocos, além de duas grandes viradas na América do Sul onde minha parceira achou bem melhor ficar curtindo a casa da praia....
De qualquer forma, o importante é ter a liberdade de dizer a ela: nessa, eu vou sózinho.
Na que ela for, melhor que seja um prazer, certo?
 
16/11/2010 12:55:45
RAMON C SCHNEIDER
o que seria do mundo se não fossem os polêmicos....

cara... nem prá viajar de moto a mulher desgruda do pé.... aquele cara que viajou em uma esportiva e a mulher sem luva e com tênis nike agiu errado? talvez fosse a técnica dele para bichana largar o pé do vivente ....heheheheheh

e não é questão de simbiose com o parceiro... o que eu mais gosto, quando retorno de longas viagens é chegar em casa.... o conforto do lar, o carinho da esposa e dos filhos.....
já viajar com a vivente colada em ti é outra história (e tem uns que ainda usam intercomunicadores.....) eheheeheh

não imagino andando na floresta amazônica, no salar de uynuni, carretera austral, ruta 40 e tudo mais que já fiz com uma companheira de 1,75m e 60kg e mais a bagagem dela em cima da moto.... ia ser dureza....

mototurismo com a companheira, vai lá.... mas o sujeito na faixa dos 50, fora de forma, ainda fazer aventura com a companheira na garupa.... alguém tem que ficar vivo e saudável para cuidar da piazada....

bem... como vivemos em uma democracia.... nada como a divergência de opiniões....
 
16/11/2010 12:49:42
EDUARDO COSTA NETO DUDU
Eles são a expressão motociclista do movimento do romantismo , um verdadeiro e possível triangulo amoroso , sem aspas e proibições !!!

Parabéns ao casal !!!

Abraços Dudu
 
16/11/2010 12:21:12
RENZO QUERZOLI
Perfeita a matéria, Ricardo. Concordo até a última virgula e principalmente, parabéns pelo valor que você dá à tua companheira. Viagens longas, com elas, ficam melhores ainda.
baitabraço, Renzo- São Paulo.
 
16/11/2010 12:11:33
JOSÉ CARLOS
Perfeito, concordo 100% com o Ricardo.
Acho que uma garupa respeitada e bem treinada torna-se uma perfeita Co-Piloto.
No nosso caso hoje, acho que a Débora curte até mais do que eu.
Zé Carlos
Motoa2
 
16/11/2010 11:51:29
OTAVIO ARAUJO GUGU
Boa, Ricardo!!!
Suas palavras “caíram como uma luva” funciona exatamente como descreveu, sem conforto, parceria, entretenimento a garupa vira apenas uma bagagem extra, e ela acaba se sentindo assim e preferindo ficar no conforto de nossas casas. Perfeito, equipamentos iguais, treinamento preliminar, entrosamento total... senão... ela cada vez vai querem viajar menos.
No nosso caso, desencaixo o Zumo 660 e deixo com ela na garupa, olhando fotos, pesquisado, ouvindo música, traçando rotas opcionais, o que quiser fazer... até já caiu uma vez na estrada, rodando a uns 60 km/h [trecho urbano] e ficou todo raladinho, mas funcionando perfeitamente. “ O Caminho da Sabedoria é não ter medo de errar”. Abraço a todos!!!
Otavio Araujo – Gugu – Taubaté SP
otavio@globalplayer.com.br
 
16/11/2010 11:32:19
GUILHERME LANDOLFI
Acho muito importante a cumplicidade do casal. Na moto realmente muda muito o estilo de pilotagem quando estamos com nossas parceiras, adoro pegar estrada com a minha esposa junto e posso afirmar que fazemos uma dupla e tanto.
Acabei de voltar de Buenos Aires onde fomos juntos de moto e ela voltou de avião, posso garantir que senti a ausência da minha Co-Pilota na volta.
Parabéns pela matéria !!!
Abração
 
16/11/2010 11:23:24
BMW MOTORRAD CLUBE DO BRASIL
Excelente reportagem, concordo com tudo o que foi dito e até vou mandar para publicaar no site do BMW Clube do Brasil.
abraços
Harry Françóia
Presidente
 
16/11/2010 11:22:52
ELVIS
Este casal é o simbolo da simbiose CASALXMAQUINA
ACOMPANHO OS RELATOS DELES JÁ ALGUM TEMPO
Tambem tenho uma grande companheira de viagens,
em que muitas vezes se mostrou mais corajosa do que EU.
A 21 anos minha esposa me acompanha pelos Bons Ventos do Motociclismo, abraço a todos amantes do vento no rosto.

E em especial a nossas Grandes Passageiras, como menciona nosso amigo.
Elvis
 
16/11/2010 10:29:14
CAMILA MORGADO
Concordo com a Tania. Gosto de fotografar, ver as paisagens, e mesmo na GS com banco mais alto que o Vitor, tenho que dar umas catucadas para que ao menos possa ver um pouquinho da viagem. Ricardo você realmente entende na nossa importância. Somos Co-Pilotas, Administrativas nas viagens para pagar pedágios, contas de hotel, gasolina, arrumadeiras de malas, ect e tal. Merecemos um pouquinho mais. Beijos, Camila
 
16/11/2010 10:12:47
TANIA AZEVEDO
Ricardo adorei. As vezes nossos maridos se esquecem que a a gente que está atrás somo uma terceira ou quarta bagagem entre as malas. Que todos os motociclistas que tenham suas esposas, namoradas, etc nas garupas possam ler este toque do Ricardo. Beijocas. Tania, Ribeirão Preto - SP
 

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